quinta-feira, 8 de outubro de 2015

No PMDB, deputados ignoram ‘apelos’ do líder.

Dos 65 deputados federais do PMDB, apenas 37 deram as caras na sessão do Congresso que deveria analisar os vetos de Dilma às chamadas bombas fiscais. Líder da bancada, Leonardo Picciani (RJ) suou o dedo para tentar levar a infantaria peemedebista ao plenário. Bombardeou de mensagens os celulares dos correligionários. Em vão.

Num torpedo, o líder convocou os pseudo-liderados para comparecerem ao plenário. Nada. Noutro, recordou a necessidade de dar quórum. Necas. Avisou que a sessão fora aberta. Nem sinal. Recordou a necessidade de marcar presença. Bzzzzz…

Alcançado pelas mensagens, o deputado Lúcio Vieira Lima (BA), do grupo dissidente, ironizou: “Foi tanta mensagem que, se não tivesse caído a sessão, a próxima diria: ‘Pelo amor de Deus, deixem de sacanagem, venham para o plenário…’.”

Lúcio antevê uma mudança do quadro na semana que vem. Avalia que os descontentes do PMDB irão ao plenário. Farão isso em atenção a uma ponderação de Michel Temer. Em reunião com 11 dissidentes do PMDB, no início da tarde desta quarta-feira, o vice-presidente disse que a gravidade da crise pede gestos de generosidade.

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