domingo, 1 de fevereiro de 2015

RENAN CALHEIROS É REELEITO PARA O COMANDO DO SENADO

O senador Renan Calheiros  (PMDB/AL) foi eleito para a Presidência do Senado por 49 votos. Luiz Henrique teve 31 votos e um foi nulo. Ele exercerá o cargo entre 2015 e 2016. Maior partido da Casa, a bancada peemedebista indicou Renan Calheiros (PMDB-AL) para o segundo mandato e Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentou candidatura própria. O catarinense integra o grupo independente do PMDB. A partir de agora, os partidos indicarão os nomes para os demais cargos da Mesa Diretora. O tamanho das bancadas partidárias definirá a prioridade nas indicações.
Como segunda maior bancada no Senado, o PT tem direito a segunda indicação que deve ser a primeira vice-presidência.
Leia, abaixo, reportagem anterior do 247:
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) foi reeleito para mais um mandato de dois anos no Senado e fez uma alusão à Operação Lava Jato, em seu discurso. Ele teve 49 votos contra 31 do adversário Luiz Henrique.
"Teremos dias difíceis pela frente, todos sabemos, mas saberemos superá-los". Ele afirmou, ainda, que a crise embute uma oportunidade e defendeu a reforma política, com restrições ao financiamento privado de campanhas.
Seu adversário, Luiz Henrique (PMDB-SC), disse representar o sentimento de mudança. "Ou mudamos, ou seremos mudados", afirmou, citando Ulysses Guimarães.
Acompanhe aqui, ao vivo, a votação.
Em seu balanço sobre os dois anos de gestão, Renan apontou economias de R$ 500 milhões. Leia, abaixo, reportagem da Agência Senado:
Economia em diversas áreas permitiu ao Senado triplicar investimentos em dois anos
Ao mesmo tempo em que conseguiu economizar mais de R$ 500 milhões em dois anos, o Senado aumentou a capacidade de investimento. Entre 2013 e 2014, o montante aplicado na modernização da Casa saltou de R$ 22 milhões para R$ 67 milhões, o que se traduziu na compra de novos equipamentos, na atualização tecnológica das comissões e na reorganização do espaço dedicado à administração do Senado.
— Nosso desafio foi reduzir os gastos com custeio e triplicar o investimento. Foi isso que foi feito. Apesar de estar fazendo essa economia, conseguimos manter a qualidade do serviço — diz o diretor-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira.
Anos seguidos de baixos investimentos se refletiam em equipamentos obsoletos em diversas áreas do Senado, reduzindo a produtividade da Casa. No ano passado, a verba extra para investimentos permitiu a aquisição de equipamentos para a digitalização da TV Senado e para a modernização do Prodasen, a Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado.
Parte desse aumento no investimento foi conseguida com receitas excepcionais, como a venda da folha de pagamento dos servidores do Senado ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal, o que rendeu R$ 100 milhões em recursos.
A verba maior para investir possibilitou uma redivisão dos espaços no conjunto arquitetônico do Senado. Parte dos gabinetes das lideranças de bancadas foi transferida para a área ocupada pela Consultoria Legislativa e o Anexo 1 (a torre do Senado) passou a abrigar gabinetes de senadores antes dispersos em diferentes alas. Essas medidas aproximam fisicamente do Plenário a estrutura de trabalho voltada diretamente para o apoio à atividade dos senadores.

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