domingo, 7 de dezembro de 2014

PT CONTESTA 'PÊLO EM OVO' NAS CONTAS DE CAMPANHA

Uma reportagem publicada pela Folha de S. Paulo nesta semana, sobre pagamentos de R$ 1 milhão à empresa UMTI pelo aluguel de computadores (leia aqui), pode ser o chamado pêlo em ovo para que o ministro Gilmar Mendes, que prometeu devassa em sua análise sobre a campanha (leia aqui), rejeite as contas de Dilma Rousseff em 2014. Atento ao risco, a Coordenação Financeira, chefiada por Edinho Silva, divulgou nota neste fim de semana. Leia abaixo:
NOTA À IMPRENSA
Com relação à matéria "TSE investiga empresa que ganhou quase R$ 1 mi do PT", publicada, nesta sexta-feira (5), pelo jornal Folha de S. Paulo, a Coordenação Financeira da Campanha Dilma esclarece: 
A empresa está em situação regular junto à receita Federal, conforme demonstra o comprovante de inscrição e de situação cadastral, que pode facilmente ser consultado junto à RFB. Foi aberta em 27/05/2003.
A numeração das notas fiscais emitidas em decorrência dos serviços prestados à campanha se deu por conta de mudança de endereço para outro Estado. O endereço anterior era no RS e a empresa mudou para o Estado de SC, o que acarreta na emissão de uma nova modalidade de nota  (série, modelo utilizado, forma), iniciando-se uma nova numeração.
Todos os contratos estabelecidos com empresas prestadoras de serviço seguiram rigorosamente a legislação vigente.


No caso, com a UMTI não foi diferente. A cotação de preços por serviços de suporte de informática foi feita junto a diversas empresas do setor, dentre as quais a UMTI apresentou o menor valor e a melhor qualificação. A empresa, que já havia trabalhado para a campanha de 2010, apresentou um currículo de serviços prestados que a qualificava como fornecedora. Cabe aqui o registro que todas as campanhas eleitorais tem a liberdade para escolher os seus fornecedores, principalmente quando os serviços exigem relação de extrema confiança, como é o caso de empresas que operam sistemas de informações. 


Causou-nos estranheza que contratos extremamente corriqueiros, executados cotidianamente em todas as campanhas eleitorais, tenham tornado-se "um fato noticioso".


Atestamos a qualificação da entrega do serviço prestado na campanha de 2014 pela empresa UMTI. Na oportunidade reafirmamos  que a coordenação financeira da campanha presidencial de Dilma Rousseff agiu seguindo rigorosamente a legislação vigente e refutamos a tentativa de politização pública de aspectos facilmente interpretados à luz da legislação em vigor no país. 
Coordenação Financeira da Campanha Dilma Rousseff

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